
Às vezes penso no que fazer da vida.
Mas desde quando a vida se pauta no que pretendemos fazer?
Às vezes me questiono se o amor realmente existe.
Sei que não sou fonte confiável sobre o assunto.
O que fazer quando tudo se torna dúvida?
Inclusive o que se acha que é certo!
Tenho um medo extremo dos possíveis significados de certas palavras.
O que seria de mim sem um ponto de interrogação?
Ou sem a liberdade das reticências...
Às vezes sou sujeito sem verbo, sem predicado.
Às vezes sou predicado sem sujeito,
Andarilha perdida entre as estruturas.
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