quinta-feira, 28 de junho de 2012

Que não

Minha mãe ontem me disse que não adianta.
Pois meu fim está em minha garganta.
A voz que acalanta é a mesma que xinga.
Depois de um Grozopio,toda mulher é linda.


Toda dor em parte é revelada.
Exposta para o mundo numa ferida mal curada.
Para cada coisa boa,existe outra ruim.
Não vê que sou à toa?Fique longe de mim


Não vejo a luz entrar pela janela.
Vejo uma cruz e velas pelos cantos.
Não vejo rosas,vejo lírios brancos.
E vejo um santo me puxando pela mão


Não sabe o quanto quero dizer que não.


Me leve,seja breve.
Já que se atreve a descer me faça subir.
Eu quero saber ou pelo menos quero ver.
Quem é você,o que faço por aqui.

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