Fique como a verdade.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Chama (me)
A carne fria.
O espírito quente.
Anestesiada a angústia.
O olhar dormente.
A paisagem cinza.
O caminho escuro.
Acaracia-me, ó brisa.
Guia-me para o que procuro.
Minhas mãos tremem.
O fervor é interno.
Meus medos procuram
o calor deste inverno.
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