
Não vejo as nuances. Visto-as. Matizo-as. Misturo o branco da paz com o negro do luto (mas não visto o cinza, apesar de conhecê-lo). Enfeito-me com uma echarpe vermelha. Atenciosa, essa empresta a sua cor para as minhas iras (nem sempre escarlates). Às vezes, perco-as no azul místico que oscila entre as cores do oceano dos teus olhos (que não são azuis). De repente, ao regressar, incorporo-me de todas as outras cores. Eu: aurora corporal.
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