Um dia você para e pensa no que faz.Estou parado agora pois não me lembro mais.
Do que me envenenava lentamente,sem pudor.
Eu busco inspiração mas só a encontro junto à dor.
Perdido entre becos e buracos apertados.
A arte imita a vida e o futuro é comprado.
A vida me condena,com problemas me iludo.
E contra os meus medos te uso como escudo.
No passado te odiei,hoje tenho gratidão.
Deixei transparecer todo medo e frustração.
Olhando quem sou agora,minha certeza está a milhão
de lágrimas corridas ou simples declaração.
Nunca fui quem sempre de tudo sai ileso.
Mas agora sinto em meus ombros todo o peso
de partir e deixar para trás momentos bons e ruins.
Apenas levo a dor de não ter dito não,ou sim.
Me sinto um pouco triste.Um pouco cansado.
Cometendo os mesmos erros do passado.
Por pouco não feri à quem sempre me quis bem.
Até eu conseguir quebrar aquilo que não se tem
conserto.
O passado presente. A solução ausente.Não há conserto; eu não me conserto.
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